quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Saiba quem deve se vacinar contra a febre amarela

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da saúde, explica sobre o número de doses necessário, como a vacina deve ser administrada, além da recomendação para viajantes e população em áreas de risco. 

Nesta entrevista ao Blog da Saúde, a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, esclarece que não há mudança no esquema vacinal da febre amarela. A estratégia de duas doses, adotada no Brasil, é segura e garante proteção durante toda a vida. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento.

Confira também:
- Entrevista para Web Rádio Saúde do diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, sobre as dúvidas mais comuns da população
- Ministério da Saúde amplia a proteção à vacinação contra a febre amarela
- Perguntas e respostas sobre a Febre Amarela
- Lista de municípios conforme áreas de recomendação para vacinação
- Ministério da Saúde tira dúvidas dos internautas sobre a Febre Amarela
- Mais informações sobre Febre Amarela no site da SVS


A coordenadora explica que a vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença e apresenta eficácia de aproximadamente 95%, além de ser reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, assim como qualquer vacina ou medicamento, pode causar eventos adversos como febre, dor local, dor de cabeça, dor no corpo, entre outros. Portanto, mesmo em um momento de intensificar as ações de vigilância da febre amarela, é necessário orientar a população quanto à necessidade de se vacinar.

- Qual o esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde para a febre amarela?
Carla Domingues: O esquema da febre amarela é de duas doses, tanto para adultos quanto para crianças. As crianças devem receber as vacinas aos nove meses e aos quatro anos de idade. Assim, a proteção está garantida para o resto da vida. Para quem não tomou as doses na infância, a orientação é de uma dose da vacina e outra de reforço, dez anos depois da primeira. As recomendações são apenas para as pessoas que vivem ou viajam para as áreas de recomendação da vacina. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento.

- No momento, com os casos confirmados no estado de Minas Gerais, há mudança na indicação da vacina contra a febre amarela?
Carla Domingues: Não há mudança no esquema de vacinação. Devem se vacinar contra a febre amarela apenas pessoas que moram nas áreas de recomendação da vacina ou que viajam para essas localidades e que estão com o esquema de vacinação incompleto, ou seja, quem não tomou as duas doses recomendadas pelo Ministério da Saúde. Para adultos que tomaram a primeira dose há menos de dez anos, também não há necessidade de adiantar a dose de reforço.

- Para quem já tomou duas doses da vacina e mora nas áreas de recomendação, uma terceira dose significa mais proteção?
Carla Domingues: As duas doses são o suficiente para proteger durante toda a vida. Uma terceira dose não vai criar nenhuma proteção adicional. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda uma única dose para toda a vida. O Brasil, buscando uma maior segurança, adota o esquema de duas doses. Portanto, quem recebeu duas doses, na infância ou na fase adulta, já está devidamente protegido e não precisa buscar o serviço de saúde.

- E para quem perdeu o cartão de vacinação e não tem conhecimento da própria situação vacinal, qual a orientação?

Carla Domingues: Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o histórico. Caso isso não seja possível, a recomendação é iniciar o esquema normalmente. Portanto, pessoas a partir de cinco anos de idade que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação devem receber a primeira dose da vacina e um reforço, dez anos depois. Essa recomendação é apenas para as áreas de recomendação da vacina. Vale destacar a situação de saúde deve ser informada ao profissional de saúde, para que seja possível avaliar se há contraindicação.

- Quais são as contraindicações para a vacina da febre amarela?
Carla Domingues: A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.

- Qual a orientação para turistas estrangeiros que visitam as áreas de recomendação de vacina no Brasil?
Carla Domingues: Para turistas que forem se dirigir a uma área com recomendação de vacina - tanto estrangeiros quanto brasileiros – e que não completaram o esquema de duas doses, a recomendação é que seja vacinado pelo menos dez dias antes da viagem, que é o tempo que a vacina leva para criar anticorpos e a pessoa estar devidamente protegida. Quem tomou a primeira dose há menos de dez anos não precisa adiantar o reforço.

- No caso das crianças que vão iniciar o esquema, existe algum risco em receber a febre amarela junto com outras vacinas?
Carla Domingues: A vacina para febre amarela não deve ser aplicada ao mesmo tempo que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (que protege contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança tiver alguma dose do Calendário Nacional de Vacinação em atraso, ela pode tomar junto com a febre amarela, com exceção da tríplice viral ou tetra viral. A criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois.

fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/27371-saiba-quem-deve-se-vacinar-contra-a-febre-amarela

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Compulsão: o que é e como encontrar ajuda

 Uriel Heckert

Nós somos sempre desejantes. Sendo seres de necessidades, carentes, nos movemos por instintos, desejos e anseios. Buscamos satisfação, alívio, prazer; e também realização, reconhecimento e transcendência. Contudo, a trajetória de cada um pode conduzir a atalhos e descaminhos perigosos.

A sociedade atual erigiu o desejo como senhor supremo. Recebemos estímulos vindos de diferentes fontes, quase sempre com o mesmo conteúdo: “se você quer, você pode!”. Visto como desafio, a assertiva pode ajudar em muito a pessoas inferiorizadas e a grupos minoritários. Porém, tal “empoderamento” também leva a consequências desastrosas. Ele facilmente passa a ser tomado no sentido moral: “se você quer, vá em frente, não aceite qualquer limitação ao seu desejo, seja ela de ordem individual ou coletiva (leis, tradições, família, religião)”. Nesse caso, não se atenta para o fato de que muitas das nossas inclinações são prejudiciais e até destrutivas a nós mesmos, aos nossos próximos e à própria sociedade. Desconhece-se a advertência milenar: “O seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn 4.7).

Compulsões são comportamentos repetitivos que se sobrepõem à vontade individual, exigindo cada vez mais tempo e recursos, passando a dominar os interesses da pessoa. Entregues à ditadura do desejo, muitos ficam privados da sua liberdade, comprometendo outras áreas da vida. Situações, oportunidades e recursos habituais da vida cotidiana podem encobrir riscos que escravizam a muitos. 1 2 3 4 5

Aqui vão algumas das compulsões mais encontradas em nosso tempo:
- Dependência de substâncias, tais como drogas lícitas e ilícitas;
- Apego a jogos, desde os tradicionais jogos de azar (roleta, carteado, loterias, jogo do bicho) como também apostas e caça níqueis;
- Busca excessiva de sexo e consumo de pornografia, estimulados pelo aparente “anonimato” da Internet, redes sociais e telefones;
- Atração pela Internet e pelos jogos eletrônicos, envolvendo jovens e adultos;
- Fixação a smartfones e afins, causando pânico quando “desconectados” (Nomofobia);
- Consumo indisciplinado de alimentos, com ou sem medidas drásticas para “eliminar calorias”;
- Compras e gastos desordenados e desnecessários;
- Mentiras e furtos repetidos, como forma de prazer.

As próprias pessoas tendem a não admitir qualquer apego excessivo ou dependência às condições acima. Os pais, cônjuges, educadores, amigos e líderes religiosos, além dos profissionais e autoridades, têm diante de si o desafio de conscientizar tais pessoas e viabilizar canais de ajuda e tratamento. Isso se faz cada vez mais necessário.

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, em sua 5ª Edição, apresenta indicadores que servem de alerta quanto a possível dependência em algumas das áreas citadas.6 Eles são:
- Falha em cumprir as obrigações do cotidiano, em decorrência do uso ou prática;
- Uso perigo, expondo-se a situações de risco para si e/ou para outros (risco social ou legal);
- Problemas sociais e interpessoais relacionados (com familiares, amigos, vizinhos...);
- Uso em “doses” cada vez maiores para obter o grau de satisfação desejado;
- Reações intensas na impossibilidade do consumo ou da prática;
- Persistência, após esforços malsucedidos de diminuir ou abolir a prática;
- Desrespeitar seguidamente os próprios limites impostos para o uso ou prática;
- Negligenciar atividades importantes, bem como princípios e valores pessoais;
- Grande volume de tempo e recursos gastos em atividades relacionadas à prática;
- Problemas psicológicos e físicos aparecendo em decorrência;
- Desejo incontrolável e urgente para o uso ou prática.

Esforços individuais de superação tendem a surtir poucos resultados. Somos seres gregários e, portanto, adoecemos em sociedade e podemos nos reabilitar igualmente com a colaboração de outras pessoas. Assim, indicamos aqui alguns canais de apoio e tratamento, sugerindo que nenhum deles seja negligenciado:
- Tomada de consciência individual, dando ouvidos às advertências de familiares e amigos;
- Admissão franca da situação de vulnerabilidade, dispondo-se a buscar ajuda;
- Psicoterapia, com profissional de boa formação, se possível com experiência na área;
- Realização de exames médicos e uso de medicações próprias, se houver comprometimento físico e/ou psiquiátrico (falha no controle dos impulsos, presença de algum transtorno mental...);
- Ajuda de profissionais específicos, se for o caso (nutricionista, psicopedagogo, sexólogo, contabilista...);
- Recurso a grupos de iguais (Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Jogadores Compulsivos, Comedores Compulsivos, Compradores Compulsivos...);
- Orientação espiritual cristã (a Bíblia de Estudo Despertar, da Sociedade Bíblica do Brasil, oferece excelente programa de reabilitação espiritual).
– O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo oferece programas específicos que muito podem ajudar: Ambulatório de Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO), Programa de Orientação a Pais de Adolescentes Dependentes de Internet (PROPADI). Acesse o site: www.ipqhc.org.br

Mais do que acreditar em si mesmo e nos recursos disponíveis ao redor, vale muito crer que Deus está envolvido em toda busca sincera de cura e libertação. O Seu poder e a Sua misericórdia sempre estão ao nosso alcance. Como já foi dito, a aparente “des-graça” humana, na verdade, é uma oportunidade para a graça de Deus se manifestar. 7

Notas:
1. Abreu CN et al. Dependência da Internet e jogos eletrônicos. Rev. Bras. Psiquiatr. 2008; 30(2): 156-67.
2. Weinstock J et al. Ludomania: avaliação transcultural do jogo de azar e seu tratamento. Rev. Bras. Psiquiatr. 2008; 30 (Supl I): 03-10.
3. Grant JE, Odlaug BL. Cleptomania: características clínicas e tratamento. Rev. Bras. Psiquiatr. 2008; 30 (Supl I): 11-15.
4. Tavares H et al. Compras compulsivas: uma revisão e um relato de caso. Rev. Bras. Psiquiatr. 2008; 30 (Supl I): 16-23.
5. Yang YBS et al. Substância branca pré-frontal em mentirosos patológicos. Br. J. Psychiatry 2005; 187: 320-5.
6. American Psychiatric Association. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM 5, 5ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
7. Ellens JH. Graça de Deus e saúde humana. Brasília: Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos/São Leopoldo: Ed. Sinodal, 1982.

• Uriel Heckert é médico psiquiatra, mestre em Filosofia pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), doutor em Psiquiatria pela USP (Universidade de São Paulo) e membro pleno do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC).

fonte: http://www.ultimato.com.br/conteudo/compulsao-o-que-e-e-como-encontrar-ajuda?__akacao=2813723&__akcnt=88b082d8&__akvkey=9bee&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+%DAltimas+285+-+15%2F02%2F2015

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Planos de Saúde com Comercialização Suspensa em 14.11.14

Atenção: Não contrate os planos de saúde listados abaixo. Se receber oferta para adquirir um desses planos, denuncie à ANS.

11° período


ALLIANZ SAÚDE S/A

Registro ANS: 000515
Registro
Produto
410190991
SUPERIEUR 10
410191990
SUPERIEUR 20
433374008
SUPERIEUR 20 PME
433379009
EXCELLENCE 10 PME

ASSOCIAÇÃO AUXILIADORA DAS CLASSES LABORIOSAS

Registro ANS: 340146
Registro
Produto
466019116
PRIME
466021118
LINE

BIOVIDA SAÚDE LTDA.

Registro ANS: 415111
Registro
Produto
466365129
UNISIS I/F ENFERMARIA
466366127
UNISIS I/F APARTAMENTO
466367125
SENIOR I/F ENFERMARIA
467068120
UNISIS CE ENFERMARIA

CAIXA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE S/A

Registro ANS: 418072
Registro
Produto
465099119
SAÚDE VITAL
465100116
SAÚDE VITAL ENFERMARIA
465104119
SAÚDE VITAL ENFERMARIA-CO
465106115
SAÚDE PRONTO
465867111
ODONTO VITAL-PF

CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO S/A

Registro ANS: 363766
Registro
Produto
450216047
Capixaba Total Executivo com Obstetrícia

CENTRO TRASMONTANO DE SAO PAULO

Registro ANS: 303623
Registro
Produto
469624137
PLENO

COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS

Registro ANS: 384356
Registro
Produto
422576997
134.1.1 - Amb + Hosp com Obstetrícia + Odontológico QC C

GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE S.A

Registro ANS: 325074
Registro
Produto
704057991
MASTER

MINAS CENTER MED LTDA

Registro ANS: 411086
Registro
Produto
435254018
HOSPITALAR I
459730093
CENTERMED ESPECIAL ENFERMARIA
462131100
CENTERMED ESPECIAL INDIVIDUAL/ FAMILIAR

PLAMED PLANO DE ASSISTENCIA MEDICA LTDA

Registro ANS: 343463
Registro
Produto
412781991
PLAMED STANDARD II
427155996
PLAMED GOLD I

SANTO ANDRÉ PLANOS DE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA.

Registro ANS: 400190
Registro
Produto
456407073
RUBI

UNIÃO HOSPITALAR OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA

Registro ANS: 413780
Registro
Produto
442188034
UH X - AMB + HOSPITALAR SEM OBSTETRICIA QUARTO COLETIVO
465366111
Plano UH Master 110 Coletivo Empresarial - Rede Básica I QC
466191125
Plano UH Master 110 Coletivo por Adesão - Rede Básica I QC

UNIMED DO ABC - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Registro ANS: 345270
Registro
Produto
400472998
Unideal Empresarial Enfermaria
422774993
Unideal Enfermaria - Adesão
463226105
UNIPLAN SAÚDE TOTAL BÁSICO CO-PARTICIPATIVO
463541108
Unideal Empresarial Enfermaria

UNIMED ITABUNA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

Registro ANS: 357065
Registro
Produto
436355018
UNIVIDA BÁSICO EMPRESARIAL NACIONAL

UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Registro ANS: 301337
Registro
Produto
401044992
MASTER
433247004
UNIPLAN PLENO
445901036
PADRÃO
445902034
INTEGRAL
445903032
SUPREMO
455209061
Integral Uniplan Adesão
455210065
Integral Uniplan Individual
455211063
Padrão Uniplan Adesão
455215066
Supremo Uniplan Adesão
455226061
Integral Uniplan Empresarial
455228068
Original Apartamento Empresarial
455229066
Original Apartamento Individual
455230060
Original Enfermaria Adesão
455243061
Sigma Individual
461082092
Padrão Enfermaria Uniplan Empresarial c/ Co-Participação
461092090
Integral Uniplan Empresarial c/ Co-Participação
467981124
UP BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
467984129
UP OURO UNIPLAN ADESAO
467988121
UP OURO UNIPLAN EMPRESARIAL
467992120
UP PRATA UNIPLAN ADESAO
467998129
UP BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
470380134
NEW BRONZE APARTAMENTO INDIVIDUAL
470428142
PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPAÇÃO EMPRESARIAL
470435145
NEW BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
470438140
NEW BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN ADESÃO
701003996
MASTER

VIVA PLANOS DE SAÚDE LTDA

Registro ANS: 412791
Registro
Produto
457591081
SAÚDE GLOBAL 30
460040091
SAÚDE QP - 11
460047099
SAUDE PE110 QC
460049095
SAUDE PE120 QC
460053093
SAÚDE PE 12 QC
468019127
INTERCAP I


fonte: http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/contratacao-e-troca-de-plano/planos-de-saude-com-comercializacao-suspensa/operadoras-com-planos-suspensos


Atenção: Não contrate os planos de saúde listados abaixo. Se receber oferta para adquirir um desses planos, denuncie à ANS.

11° período


ALLIANZ SAÚDE S/A

Registro ANS: 000515
RegistroProduto
410190991 SUPERIEUR 10
410191990 SUPERIEUR 20
433374008 SUPERIEUR 20 PME
433379009 EXCELLENCE 10 PME

ASSOCIAÇÃO AUXILIADORA DAS CLASSES LABORIOSAS

Registro ANS: 340146
RegistroProduto
466019116 PRIME
466021118 LINE

BIOVIDA SAÚDE LTDA.

Registro ANS: 415111
RegistroProduto
466365129 UNISIS I/F ENFERMARIA
466366127 UNISIS I/F APARTAMENTO
466367125 SENIOR I/F ENFERMARIA
467068120 UNISIS CE ENFERMARIA

CAIXA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE S/A

Registro ANS: 418072
RegistroProduto
465099119 SAÚDE VITAL
465100116 SAÚDE VITAL ENFERMARIA
465104119 SAÚDE VITAL ENFERMARIA-CO
465106115 SAÚDE PRONTO
465867111 ODONTO VITAL-PF

CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO S/A

Registro ANS: 363766
RegistroProduto
450216047 Capixaba Total Executivo com Obstetrícia

CENTRO TRASMONTANO DE SAO PAULO

Registro ANS: 303623
RegistroProduto
469624137 PLENO

COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS

Registro ANS: 384356
RegistroProduto
422576997 134.1.1 - Amb + Hosp com Obstetrícia + Odontológico QC C

GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE S.A

Registro ANS: 325074
RegistroProduto
704057991 MASTER

MINAS CENTER MED LTDA

Registro ANS: 411086
RegistroProduto
435254018 HOSPITALAR I
459730093 CENTERMED ESPECIAL ENFERMARIA
462131100 CENTERMED ESPECIAL INDIVIDUAL/ FAMILIAR

PLAMED PLANO DE ASSISTENCIA MEDICA LTDA

Registro ANS: 343463
RegistroProduto
412781991 PLAMED STANDARD II
427155996 PLAMED GOLD I

SANTO ANDRÉ PLANOS DE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA.

Registro ANS: 400190
RegistroProduto
456407073 RUBI

UNIÃO HOSPITALAR OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA

Registro ANS: 413780
RegistroProduto
442188034 UH X - AMB + HOSPITALAR SEM OBSTETRICIA QUARTO COLETIVO
465366111 Plano UH Master 110 Coletivo Empresarial - Rede Básica I QC
466191125 Plano UH Master 110 Coletivo por Adesão - Rede Básica I QC

UNIMED DO ABC - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Registro ANS: 345270
RegistroProduto
400472998 Unideal Empresarial Enfermaria
422774993 Unideal Enfermaria - Adesão
463226105 UNIPLAN SAÚDE TOTAL BÁSICO CO-PARTICIPATIVO
463541108 Unideal Empresarial Enfermaria

UNIMED ITABUNA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

Registro ANS: 357065
RegistroProduto
436355018 UNIVIDA BÁSICO EMPRESARIAL NACIONAL

UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Registro ANS: 301337
RegistroProduto
401044992 MASTER
433247004 UNIPLAN PLENO
445901036 PADRÃO
445902034 INTEGRAL
445903032 SUPREMO
455209061 Integral Uniplan Adesão
455210065 Integral Uniplan Individual
455211063 Padrão Uniplan Adesão
455215066 Supremo Uniplan Adesão
455226061 Integral Uniplan Empresarial
455228068 Original Apartamento Empresarial
455229066 Original Apartamento Individual
455230060 Original Enfermaria Adesão
455243061 Sigma Individual
461082092 Padrão Enfermaria Uniplan Empresarial c/ Co-Participação
461092090 Integral Uniplan Empresarial c/ Co-Participação
467981124 UP BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
467984129 UP OURO UNIPLAN ADESAO
467988121 UP OURO UNIPLAN EMPRESARIAL
467992120 UP PRATA UNIPLAN ADESAO
467998129 UP BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL
470380134 NEW BRONZE APARTAMENTO INDIVIDUAL
470428142 PADRÃO ADV ENFERMARIA UNIPLAN COPARTICIPAÇÃO EMPRESARIAL
470435145 NEW BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL
470438140 NEW BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN ADESÃO
701003996 MASTER

VIVA PLANOS DE SAÚDE LTDA

Registro ANS: 412791
RegistroProduto
457591081 SAÚDE GLOBAL 30
460040091 SAÚDE QP - 11
460047099 SAUDE PE110 QC
460049095 SAUDE PE120 QC
460053093 SAÚDE PE 12 QC
468019127 INTERCAP I
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Mitos a respeito do suicídio

1] Pessoas que falam sobre o suicídio não intencionam cometê-lo.
   A verdade é que a pessoa que está pensando em suicídio pode, ao falar da ideia, esta buscando auxílio e apoio.Um número significativo de suicidas em potencial experimenta um sentimento de falta de esperança, ansiedade e depressão.

2] A maior parte dos suicídios ocorre sem aviso prévio.
   A grande maioria de suicídios é precedida de sinais de aviso, seja pelo comportamento, seja pela fala. Na prevenção ao suicídio, compreender e estar alerta a estes sinais é importante.

3] O suicida está determinado a morrer.
  Pelo contrário, as emoções do suicida são ambivalentes: morrer ou viver são possibilidades.Muitas vezes o impulso é instintivo, e isto não significa decisão por morrer. Apoio emocional é importante na prevenção do suicídio.

4] Somente pessoas com distúrbio mental cometem suicídio.
    Comportamento suicida indica infelicidade, e não doença mental. Muitas pessoas com distúrbios psiquiátricos não tem atitudes suicidas

5] Conversar sobre suicídio é uma forma de incentivá-lo
   O estigma generalizado que cerca o suicida torna muito difícil à pessoa com esta ideia encontrar alguém para conversar sobre o assunto. Mais que encorajar o suicídio, conversar abertamente com a pessoa dá a ela outros pontos de vista, outras opções e tempo para repensar; consequentemente, prevenindo o suicídio.

fonte: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/131056/1/9789241564779_eng.pdf?ua=1&ua=1

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Narguilé e cigarros eletrônicos fazem mal à saúde

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, o Conselho Federal de Medicina (CFM) chama atenção dos médicos e da sociedade sobre os riscos relacionados ao consumo do narguilé e do cigarro eletrônico, utilizados especialmente entre os jovens. A Comissão de Controle do Tabagismo do CFM produziu alerta – referendado pelo plenário da entidade – onde ressalta que todas as formas de uso do tabaco, mesmo aquelas apontadas - de forma equivocada - como menos nocivas, comprometem a saúde e uma melhor qualidade de vida. 
Segundo o CFM, há um acúmulo de evidências que sugerem que fumar narguilé e cigarros eletrônicos podem trazer riscos semelhantes ou mesmo maiores que outras formas de uso de tabaco, comprometendo a saúde de seus usuários. “A concentração de nicotina nesses produtos é extremamente alta. Uma hora de uso do narguilé corresponde a 100 cigarros comuns”, apontam o membro da Comissão, Alberto José de Araújo.
 No alerta, o CFM pede ainda que o Governo (em todas as suas esferas de decisão) elabore e implemente nas políticas públicas de combate ao tabagismo ações específicas relativas ao narguilé e ao cigarro eletrônico, com a adoção de campanhas de esclarecimento e definição de linhas de tratamento e orientação nos serviços específicos.
 Artesanal - Outro ponto de preocupação, segundo o CFM, é que o narguilé funciona como porta de entrada para o consumo de cigarros. “Há estudos demostrando o preocupante aumento de jovens consumindo-os. A grande parte dos fumantes de hoje começaram o vício com menos de 18 anos”, relata Araújo. O comércio do narguilé no Brasil não é proibido por ser considerado “produto artesanal”.
 
 O alerta com relação aos cigarros eletrônicos (e-cigarros) - proibido no Brasil pela Anvisa, desde 2009 – está vinculado aos efeitos de longo prazo, sobretudo comportamentais. De acordo com estudos internacionais, como produto que libera níveis mais baixos de toxinas do que os cigarros convencionais, ele é utilizado por alguns como subterfúgio para abandonar o tabagismo. Contudo, seu uso contínuo tem demonstrado efeito contrário, ou seja, seus usuários costumam se tornar fumantes intensos.
 Além disso, o e-cigarro polui o ambiente e emite um vapor de água com componentes prejudiciais à saúde. “O e-cigarro coloca o fumante com as mesmas condições e problemas do que cigarro comum. Não há indícios científicos que comprovam que este produto auxilia o fumante a largar o vício e as pessoas passivamente expostas ao aerossol (vapor) de e-cigarros também absorvem nicotina (medida como seu metabólito, a cotinina)”, alerta Araújo.
Cartilha – O alerta aos médicos e à sociedade não foi a única iniciativa do CFM em apoio ao Dia Nacional de Combate ao Fumo. Também foi lançada uma cartilha direcionada aos profissionais relacionando as consequências do tabagismo sobre a saúde. A publicação, que se encontra disponível na íntegra para leitura e download no site do CFM, é composta de 17 temas, que apontam os problemas gerados pelo consumo ou contato com o tabaco no organismo humano.
 “A proposta é demostrar as consequências do tabagismo que estão cineticamente comprovadas”, disse o coordenador da Comissão de Combate ao Tabagismo do CFM, conselheiro Gerson Zafallon Martins, representante do Paraná na entidade. A cartilha será enviada aos CRMs para distribuição, bem como para entidades de classe, bibliotecas e escolas de medicina.
 Entre os pontos abordados, alguns se destacam pela curiosidade. Por exemplo, fumar aumenta seis vezes o risco de periodontite, o que leva à perda dos dentes. De acordo com a literatura médica, o consumo do tabaco está associado ao aumento do risco de morte súbita, acidente vascular encefálico, úlcera péptica, transtornos hepáticos, bem como à incidência de câncer “atingindo os pulmões e vários órgãos e sistemas do organismo humano”, entre outros problemas.
 De acordo com estatísticas oficiais, apesar da queda do número de fumantes nos últimos anos, 25 milhões de brasileiros ainda mantém o hábito. Todos os anos, o tabagismo é corresponsável pela morte de aproximadamente 200 mil pessoas no país.

fonte: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=25005:cfm-alerta-que-narguile-e-cigarro-eletronico-tambem-sao-prejudiciais-a-saude&catid=3

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Manipulação de dados preocupa AMB

O Ministério da Saúde divulgou, no dia 30, que o número de atendimentos médicos nas unidades de Saúde de Rio Preto e região aumentou com dados de janeiro de 2014. Porém, nenhum dos profissionais do Programa do Governo Federal atuava na região nesse período. Os médicos começaram a chegar à região em março. 

O diretor de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Eduardo Alves Melo, insistiu no comparativo no número de atendimentos entre janeiro de 2013 e o mesmo mês este ano. Porém em Rio Preto, cinco médicos cubanos, quatro brasileiros e um italiano chegaram entre abril e junho deste ano.

"Nós comparamos os dados de janeiro de 2013 com janeiro de 2014 e percebemos algumas coisas significativas, como o aumento expressivo, de 100%, no acompanhamento de pacientes com diabetes. No acompanhamento de pessoas com hipertensão arterial também houve aumento expressivo. Também observamos uma redução no número de encaminhamentos para hospitais, que mostra que os pacientes estão tendo mais acesso à atenção básica e a atenção básica está resolvendo mais problemas", disse o diretor.

O Ministério da Saúde informou também que houve um aumento de 78,5% no total de atendimentos a pacientes com hipertensão arterial e de 15,8% no número de consultas de demanda imediata.

O presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso, afirmou ser um absurdo a manipulação de dados. "É lamentável que tentem ludibriar a população com números que não condizem com a verdade. A população está vendo o caos instalado na saúde pública do Brasil. O Governo precisa atuar naquilo que vai impactar melhorias: financiamento adequado, boa gestão e combate à corrupção. Precisamos de acesso com qualidade. Continuamos lutando por uma saúde digna para os brasileiros e condenamos mentiras, manipulação de dados e informações assim como qualquer outro viés. Saúde é nosso bem maior e o povo brasileiro merece respeito!"

sábado, 14 de junho de 2014

CFM se posiciona sobre a discriminalização da maconha

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nesta sexta-feira (6) nota com esclarecimentos à população sobre a não se confundir o uso de "canabinoides" (isolados, titulados e pesquisados para fins medicinais) com o produto in natura para uso fumado ou ingerido, o qual não apresenta valores científico ou terapêutico.

A entidade ressaltou que defende pesquisa com quaisquer substâncias ou procedimentos para combater doenças, desde que regidos pelas regras definidas pelo sistema CEP/CONEP e aplicados em centros acadêmicos de pesquisa.

Na nota, o CFM alerta ainda que o atual debate no parlamento sobre a descriminalização / legalização das "cannabis indica e sativa" para consumo "recreativo" desvia a atenção do povo brasileiro do debate sobre temas cruciais como a insegurança, a falta de investimentos em saúde, educação e infraestrutura. Confira a íntegra do documento abaixo:

ESCLARECIMENTO E ALERTA À POPULAÇÃO

O Conselho Federal de Medicina, através de seu Plenário, reunido em sessão ordinária entre 04 e 06 de junho de 2014 vem a público
ESCLARECER QUE:
1 - Desde sua criação há 57 anos, esta autarquia federal se posicionou sempre ao lado das causas que defendam a saúde do povo brasileiro;
2 - Dentre tais causas está o apoio à construção de leis e campanhas de combate ao tabagismo e abuso de bebidas alcoólicas por entender que seu uso sem restrições é nocivo à saúde;
3 - Tem se aliado às entidades e grupos que trabalham para banir da mídia as propagandas de bebidas alcoólicas por entendê-las nocivas à saúde pública e incentivadoras, entre crianças e jovens, à formação de consumidores e futuros dependentes;
ALERTAR QUE:
4 - Não se deve confundir o uso médico de "canabinoides" (isolados, titulados e pesquisados para uso medicinal) com o produto in natura para uso fumado ou ingerido, o qual não apresenta valores científico ou terapêutico;
5 - Defende a pesquisa com quaisquer substâncias ou procedimentos para combater doenças, desde que regidos pelas regras definidas pelo sistema CEP/CONEP e aplicados em centros acadêmicos de pesquisa;
6 - A ANVISA representa a autoridade federal que registra produtos e substâncias para uso em pesquisa ou comercial, obedecendo a sérias regras de segurança;
7 - Ao CFM, conforme previsto na Lei 12.871/2013, cabe o reconhecimento científico de substâncias e procedimentos para utilização na prática médica;
8 - O atual debate no parlamento sobre a descriminalização/legalização das "cannabis indica e sativa" para consumo "recreativo" desvia a atenção do povo brasileiro do debate sobre temas cruciais como a insegurança, a falta de investimentos em saúde, educação e infraestrutura;

CONCLUIR QUE
9 - Por todo exposto, se manifesta contrário à liberação para uso recreativo de quaisquer substâncias que ofereçam riscos a saúde pública e gerar despesas futuras para nosso combalido sistema de saúde e securitário.

Brasília, 6 de junho de 2014
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)